Temos Consciencia do valor que tem os Condominos para nossa cidade, mas
também, sabemos quem são os maiores devedores de IPTU.
Motivos:
A cobrança de IPTU pelo município aos inadimplentes começa a esbarrar no
cadastro municipal, pois vários contribuintes estão com seus dados cadastrais
irregulares,( mudança de endereço,mudança de proprietário,construção
irregulares etc.etc. ) pois o contribuinte não informa as alterações junto ao
cadastro do Município credor, dificultando o município a concretizar tais
cobranças através das execuções fiscais junto ao Judiciário.
As ações andam em pernas lentas pois não consegui-se localizar o devedor, por isso para o sucesso da cobrança aos inadimplentes começa por um cadastro municipal atualizado dos
imóveis e de seus priprietário (o que dificulta em funçaõ da mão de obra
disponivel), bem como valor venal do imóvel, pois é inadimissível um município
do tamanho de Gravatá recolher somente (por falha minha não tive acesso a este
valor junto a Secretaria Financeira), mas por comentarios tenho certeza que
estamos muito abaixo do que podiamos arrecadar aos cofres da edilidade, e com a
quantidade de imóveis existentes em Gravatá e alguns com alto padrão de
construção e de área construída, principalmente os de veraneio ( que são a
maioria dos inadiplentes).
O governo tem que rever todo este dilema se quizer realmente aumentar a receita, agora tem uma coisa, a cobrança de impostos e o aumento dos valores sempre é uma atitude antipopular, rendendo ao governante algumas perdas de votos, mas se é para a melhora do serviço público o cidadão paga sem reclamar.
Mas, como digo não é uma responsabilidade só do Prefeito
mas do Legislativo, da população, do comercio e de todo o cidadão
gravataensse.
Eu já meu candidato como primeiro soldado para alinhar as fileiras do Dr. Ozano,
pois, já paguei meu imposto anual com direito a desconto de tres imoveis dos
quais possuo nessa minha querida cidade, aguardo outros soldados para formarmos um
batalhão e pelo comandante Ozano irmos em frente.
Evaldo Reis.
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